
Fotos: rodoluca (CC BY-SA 3.0) — via Wikimedia Commons
El Paraná santafesino corre inmenso hacia el norte, en la zona de La Paz y Reconquista, un laberinto de islas, riachos y barrancas con una diversidad que asombra. Manda el surubí y su primo el surubí atigrado, y los acompañan la boga, el patí, el manduví, el armado, el chafalote y una constelación de bagres, sumado a la tararira y el pejerrey.
A los grandes surubíes se los busca de fondo en los pozones profundos, con carnada y preferentemente de noche, para lidiar con esos peces de cuero que pelean a puro tirón; la boga y el patí dan buena acción de fondo con masa, maíz o lombriz. La tararira sale a cazar entre la vegetación en verano, con señuelos de superficie y acero en el bajo, mientras el pejerrey pide agua fresca y línea fina. En términos generales, las aguas cálidas de la primavera al otoño son el mejor momento, siempre con medidas y devolución. Río ancho, camalotes y horizonte de agua.
Dorado: devolución obligatoria (cupo 0).
Em Río Paraná (Santa Fe) se pesca Surubim-tigre (atigrado), Peixe-rei, Traíra, Bagre-amarelo (mandi), Boga (piava), Surubim, Pirá-pitá (salmão-do-rio), Palometa, Dourado, Pati, variada de rio. Modalidades permitidas: Rio.
Se accede desde las localidades ribereñas del norte santafesino, como La Paz o Reconquista, con bajadas de lancha y guías baqueanos de la zona de islas. Conviene salir embarcado y consultar en el club de pesca local por el estado del río.
Necesitás el permiso de pesca deportiva de la provincia de Santa Fe. En surubí y otras especies rigen medidas, cupos y vedas: revisá el reglamento vigente y priorizá la devolución.
Dorado: devolución obligatoria cupo 0 .
Dados base: OpenStreetMap (ODbL)
Baixando e se acomodando: boa janela para sair.
| Temporada | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ | ÍND. | AGORA |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Peixe-rei. PICO JUN–AGO | 80 | Excelente | ||||||||||||
| Bagre-amarelo (mandi). PICO OUT–FEV |
O número (0 a 100) resume a chance de a espécie estar ativa aqui neste mês: pesa a temporada, os relatos recentes e, onde há régua fluvial, o nível do rio.
O surubim-tigre é um peixe grande, forte e que briga na correnteza e contra a estrutura, então você precisa de equipamento robusto e confiável. A regra é não subestimá-lo: um exemplar médio na correnteza já exige muito do equipamento.
Para pesca de fundo / à deriva com isca:
Para spinning no isca artificial:
Acrescente sempre alicate longo para desfisgar, luvas para manipular o peixe com segurança, e um puçá ou boga-grip para segurá-lo sem machucar se você for soltá-lo.
Ninguém deixou um relato deste lugar ainda. Pescou aqui? Conte como foi — você ajuda o próximo.
| 55 |
| Bom |
| Surubim-tigre (atigrado). PICO NOV–FEV | 25 | Fora |
|---|
| Traíra. PICO DEZ–FEV | 25 | Fora |
|---|
| Boga (piava). PICO OUT–DEZ | 25 | Fora |
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| Surubim. PICO NOV–FEV | 25 | Fora |
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| Pirá-pitá (salmão-do-rio). PICO NOV–FEV | 25 | Fora |
|---|
| Palometa. PICO JAN–FEV | 25 | Fora |
|---|
| Dourado. PICO NOV–FEV | 25 | Fora |
|---|
| Pati. PICO NOV–JAN | 25 | Fora |
|---|
O peixe-rei é um peixe de porte médio e boca delicada, então o equipamento vai para o lado fino e sensível. Uma montagem recomendada:
A filosofia do equipamento é simples: quanto mais fino e sensível, mais fisgadas você vai detectar e mais vai aproveitar a briga desse peixe prateado.
Para a tararira é recomendável um equipamento leve a médio, robusto porém confortável de lançar por horas. A configuração depende da modalidade, mas estas são as recomendações concretas:
Vara:
Molinete/Carretilha:
Linha:
Leader / líder (imprescindível):
Acessórios:
Fundo leve com isca viva ou em pedaços (minhoca, lambari) e anzóis médios. De costa e de barco; boa pescaria noturna.
Equipamento leve-médio, anzóis pequenos e isca vegetal (massa, milho) ou minhoca. De fundo ou à tona nas corredeiras; muito procurada em campeonatos de costa.
O surubim é um peixe grande e potente que se pesca em rios correntosos e com estrutura, então o equipamento precisa estar à altura. Recomendações concretas:
Para pesca de fundo / à deriva com isca:
Para spinning / trolling com iscas artificiais:
Em todos os casos, a máxima é superdimensionar em vez de ficar aquém: um surubim de mais de 20 kg em plena correnteza, tentando se enfiar nos troncos, não perdoa equipamento fraco nem nós frouxos. Verifique sempre o estado da linha, os nós e o fio dos anzóis antes de cada jornada.
Equipamento médio de spinning ou baitcasting, linha 0,30–0,40 mm e líder de fluorocarbono (não precisa de aço como o dourado). Iscas pequenas de superfície e meia-água, ou mosca #6–8 com imitações de frutos e insetos.
Equipamento médio com encastoado de aço. Cuidado ao desanzolar: os dentes cortam.
O equipamento deve estar à altura de um peixe forte, que corre, salta e vive na correnteza com estrutura. Recomendação concreta:
Spinning (equipamento padrão)
Para exemplares troféu ou rios grandes: suba para vara medium-heavy/heavy, molinete 4000-5000 e trançada de 30-40 lb, com leader de aço.
Pesca com fly
Acessórios chave: anzóis fortes e bem afiados (idealmente sem fisga se você vai devolver), alicate longo para desanzolar sem se machucar com os dentes, e se você faz pesque e solte, puçá de nó siamês/borracha e luvas para manusear o peixe com cuidado.
Pesca de fundo pesada, isca em pedaços ou viva e anzóis grandes. Noturna nos poços do Paraná; peça de bom porte e muita força.